Dia 19 de JUNHO as 13:30h – São Paulo – sala 2 do CBDOR (19-22 de JUNHO)

Todos os termologistas do Brasil vamos nos encontrar no 14º CBDOR (Congresso Brasileiro de Dor), que contará com diversas palestras dos Termologistas durante o evento todo, com palestrantes nível 3 e 4 já formados em termologia pela USP e membros titulados pela ABRATERM.

Programação: http://sbed.org.br/wp-content/uploads/2019/03/Programa_Prelimnar_14-CBDor.pdf

• Termografia na avaliação da dor em Perícias Medicas
• Termografia na avaliação das Lombalgias
• Uso da termoflebografia na avaliação de veias dolorosas de membro inferior
• Termografia na avaliação da síndrome de dor regional complexa
• Bloqueios Termoguiados
• Avaliação termoguiada de pontos – gatilhos miofasciais
• Termografia e dor orofacial
• Valor pericial da termografia
• A termografia pode ter o resultado burlado pelo doente? O atrito mecânico, compressas geladas, sprays gelados, pode mimetizar equívocos?
• Ozonioterapia em dor cronica de pernas, avaliação por termografia infravermelha
• Exames complementares: termografia e eletroneuromiografia (SCDR)
• E muito mais

Inscrição: http://sbed.org.br/loja/

Todos Termologistas do Brasil e alunos dos cursos de Termologia são bem-vindos!! Lembrem-se unidos somos mais fortes!! É fundamental os colegas participarem e verem o trabalho que estamos levando a termografia para um patamar cada vez mais acadêmico e muito sério, comprometidos com qualidade de ensino e com atendimento adequado de nossos pacientes. Apoio da Associação Brasileira de Termologia (ABRATERM), Comitê de Termografia da SBED.

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]A Pan American Journal of Medical Thermology traz a sua nova edição.

Começando pelo Editorial produzido pelo Prof Eduardo Borba Neves, editor da PAJMT, lançando a discussão sobre o uso de aparelhos de baixo custo.

O primeiro artigo “Imagem infravermelha no diagnóstico das doenças nos pés”, por Claudia Maria Duarte de Sá Guimarães e cols, explica a técnica de registro de imagens infravermelhas dos pés como método de avaliação neurovascular para identificar comorbidades usando um método não invasivo. Levando em consideração a possível detecção precoce de alterações vasculares, ortopédicas e neurológicas numa fase que são passíveis de tratamento, a imagem infravermelha pode trazer muitos benefícios, favorecendo a prevenção de uma evolução desfavorável ou, até mesmo, complicações tardias.

Catia Terezinha Heimbecher e Leandra Ulbricht apresentam “Termografia aplicada ao Fenômeno de Raynaud: Artigo de Revisão Bibliométrica”, que identifica protocolos para verificar os que tiveram resultados positivos na detecção do Fenômeno de Raynaud e identificar os pontos em comum entre eles. Estes são apresentados, considerando ser um instrumento seguro e confiável na aplicação, com resultados passíveis de detectar o F.R., se adotados certos critérios mencionados por elas.

Finalizam a revista dois relatos decaso. O primeiro escrito por David Alberto Rodríguez Medina e cols. abordando a Atividade térmica nasal durante expressão facial voluntária em paciente com dor crônica e alexitimia; e o segundo por Claudia Maria Duarte de Sá Guimarães e cols, sobre Neuropatia de Fibras Finas em um caso de Artrite Psoriásica.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”16572″ img_size=”full” alignment=”center” css_animation=”appear”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Confira a revista agora![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

​Entre os dias 12 e 15 de setembro tivemos o Congresso Brasileiro de Dor promovido pela SBED na cidade de Natal. RN, com importante espaço reservado para a Termologia Médica.

O Simposio de Termologia em Dor com duração de 6 horas no Pré-Congresso contou com os professores da Pós Graduação em Termologia e Termografia da USP como Dr. Marcos Brioschi, Dra Luciane Balbinot, Dr João Paulo Leite, Dra Claudia Sá, Dr Nivaldo Teles, Dr Roberto Maciel, Dr Maruan Omais entre outros pioneiros da Termologia Médica no Brasil, como Dr Antonio Carlos de Camargo.

Apresentação de poster na sessão de temas-livres também foi destaque, com o trabalho da Dra Claudia Sá divulgando a importância da Termologia Plantar nas neuropatias e onicomicoses. Não parou por aí! Aulas de Termologia como parte dos módulos de dor neuropática, ultrassonografia associada à termografia para diagnóstico além de outros professores citando o método de termografia nas suas apresentações.

A reunião do recém oficializado Comitê de Termologia da SBED incluiu novos integrantes, foi discutido planejamento para 2017-2018, com uma agenda repleta de novos cursos básicos e avançados em termologia aos associados da SBED.

Enfim, seguimos 2017 com agenda cheia de novidades aos interessados em termografia e 2018 promete! Aos que quiserem fazer parte do Comitê de Termografia da SBED devem ser associados à SBED e solicitar sua inclusão pelo email para [email protected] (informar nome, telefone e endereço completo).

 

ONDE

A proximidade do homem das florestas e a crescente ocupação destas áreas tem propiciado o contato com doenças que antes eram pouco conhecidas nas regiões urbanas. Este avanço se reflete na necessidade de modificação de políticas públicas para o controle destas doenças emergentes. Um destes contatos é reflexo do aumento da população de capivaras, além de antas, equinos e a interação com carrapatos, estimulando a expansão da doença de Lyme e febre maculosa em humanos e animais domésticos. A maioria dos casos registrados estão na região Sudeste. Os carrapatos podem transmitir viroses, babeliose, borreliose de Lyme, ehrlichiose, febre maculosa tanto em animais como humanos.

 

O QUE É DOENÇA DE LYME

A borreliose ou doença de Lyme é uma doença infecciosa sistêmica causada pela Borrelia burgdorferi. A doença inicia-se com a inoculação na pele formando uma placa vermelha arredondada em formato de alvo (eritema migrans). A seguir surgem outras lesões na pele, acompanhadas de febre, adenopatia, calafrios, dores musculares e articulares na sua fase aguda. A fase tardia pode aparecer meses ou anos depois da infecção inicial e caracteriza-se por um quadro de artrite, miocardite ou neuropatias. As áreas endêmicas da doença podem apresentar animais domésticos assintomáticos que atuam como reservatório para a doença nos humanos. O diagnóstico precoce na fase inicial da infecção e o tratamento com o antibiótico correto previne em grande parte a evolução tardia da doença.

COMO A TERMOGRAFIA PODE AUXILIAR

A fase tardia pode cursar com dores articulares, musculares e/ou neuropatia. A termografia auxilia no mapeamento do corpo, pois muitas vezes as dores difusas, referidas em diversas partes do corpo necessita de diagnóstico diferencial com a fibromialgia.  O exame clinico neurológico e reumatológico detalhados associados às imagens infravermelhas pode  facilitar a condução do(s) problema(s).

http://www.lymedisease.org

Fonte:Almeida, RFC. Epidemiologia de Rickettsias do Grupo da Febre Maculosa no Estado do Mato Grosso do Sul. Tese. UFMTS. 2013.

Massard CL, Fonseca AH. Carrapatos e Doenças Transmitidas Comuns aos Homens e a os Animais. A Hora Veterinaria135(1):15-23,2004

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962010000600029

http://www.termoimagem.com.br

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_single_image image=”13004″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_column_text]Acontecerá, no dia 12 de setembro de 2017, o  SIMPÓSIO de Termografia para o Estudo da Dor.[/vc_column_text][vc_column_text]O evento será durante o XIII CBDOR, que neste ano ocorrerá entre os dias 12 a 15 de setembro de 2017, em Natal (RN), no Centro de Convenções de Natal[/vc_column_text][vc_column_text]As inscrições poderão ser feitas através do link  http://www.sbed.org.br/lermais_materias.php?cd_materias=724&friurl=_-Inscricoes-_[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]No dia 05 de agosto de 2017, foi realizado em Porto Alegre, RS, na sede da AMRIGS o evento “Atualização em Dor e Termografia”, com apoio da SBED, ABMFR, ABRATERM e organizado pelo IBTM.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”12889″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Além do excelente e participativo público, os palestrantes associaram atualização científica à experiencia profissional, possibilitando um aprendizado de alto nível em um ambiente acadêmico.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”12886″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image”][vc_single_image image=”12888″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”12887″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image”][vc_single_image image=”12884″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O grande interesse dos participantes abrirá caminho para novos cursos em Porto Alegre nos temas Dor e Termografia.[/vc_column_text][vc_single_image image=”12885″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”zoom”][/vc_column][/vc_row]

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A última LiveClass foi transmitida, ao vivo, no dia 20 de junho de 2017.

Na Live o Prof Marcos Brioschi e a Profª Franciele de Meneck conversaram sobre a Termografia do Movimento e também outros temas.

Não conseguiu ver no dia? Aproveite e veja agora!

Ou veja novamente, pois o conteúdo é excelente!

Confira abaixo![/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=DalWA2DM4tk”][/vc_column][/vc_row]

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As dores crônicas

As dores crônicas geram grande impacto físico e emocional , afetam as funções cognitivas e interferem na vida familiar e social. A avaliação dos casos exige uma história da dor, o exame físico e os testes diagnósticos específicos. A história da dor inclui alguns quesitos – onde, intensidade, tipo, quando, tempo de dor, fatores de alívio e agravamento, aspectos sociais (sono, funções físicas e laborais) e como afeta a economia, o humor, a vida familiar, social.  Registra-se os tratamentos realizados, estados depressivos, preocupações e compensações. Ao exame físico geral, adiciona-se o exame específico da dor, exame neurológico, musculoesquelético, avaliação dos fatores psicológicos e exames complementares.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

Hiperparatiroidismo primário

O paratormônio é uma proteína que age nas células dos túbulos renais inibindo a reabsorção de fosfatos e regulando a fosfatúria, contudo nos ossos atua nos osteoclastos estimulando a reabsorção do cálcio mantendo-o entre 8,9 e 10 mg/% e na absorção do cálcio no intestino. Este hormônio é produzido na paratireoide, glândula que se localiza geralmente em forma de 4 nódulos junto à tireoide. O hiperparatireoidismo primário tem como causa mais comum o tumor benigno chamado de adenoma, embora possa ocorrer nos casos de hiperplasia difusa e raramente, carcinoma de paratireoide.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

Sintomas gerais

A maioria dos pacientes apresenta um aumento discreto do nível de PTH e do cálcio sérico e são assintomáticos, contudo podem apresentar manifestações variadas – litíase renal e nefrocalcinose, hipertensão arterial, arritmias, diabetes mellitus, úlcera péptica, constipação, alterações psiquiátricas (depressão e alterações cognitivas).[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

Como a Termografia pode auxiliar o diagnóstico


O hiperparatiroidismo primário pode desencadear sintomas musculoesqueléticos que se assemelham aos sintomas fibromiálgicos, fraqueza muscular, fadiga, mialgias e artralgias/osteoartrite/tendinopatias, além de gota, pseudogota e condrocalcinose. A pessoa pode apresentar dor óssea difusa, osteoporose e até um aumento do índice de fraturas. Ao exame geral, apresenta-se cronicamente doente com queixas tanto musculares como digestivas (náuseas, vômitos, dores abdominais, formação de úlceras pépticas), fadiga intensa, ansiedade, depressão e até alterações neurologicas e cognitivas, similares aos quadros febris infecciosos. A termografia ajuda a elencar esta doença na lista de hipóteses diagnósticas que inclui doenças neurológicas e reumatológicas pois registra a disfunção miofascial em vários grupos musculares, tendinopatias e artropatias associados à presença de hiper-radiação na topografia da tireóide/paratireóide. Soma-se à ultrassonografia e o exame de sangue para firmar o diagnóstico. A termografia favorece o diagnóstico precoce e minimiza as complicações clínicas tardias.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Mais uma reportagem, desta vez da Fox Sports, mostrando o uso da Termografia Médica em benefício do Esporte.

Graças aos professores e alunos dos cursos do IBTM, cada vez mais atletas poderão se beneficiar da utilização da Termografia como meio de prevenir lesões e acompanhar a sua melhor recuperação.[/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=XWqwpcFy5I0&feature=youtu.be”][vc_column_text]A Drª Ana Carolina Ramos e Corte aparece no vídeo demonstrando a aplicação da termografia.[/vc_column_text][vc_column_text]Não perca!! Você pode assistir a palestra que a da Drª Ana Carolina Ramos e Corte ministrou durante o ICGMT 2016 Online, Termografia infravermelha aplicada à Medicina do Esporte.

Confira clicando aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]

A PAJMT acaba de lançar mais uma edição. Confira!

O presidente da ABRATERM, Dr Marcos Brioschi e demais membros da diretoria, abrem a revista com um tema super importante sobre responsabilidade profissional e publicidade em termografia, destacando a formação adequada do profissional.

A termografia é um meio promissor na avaliação do risco de diversas doenças como AVC, infarto do miocárdio e câncer de mama. Esta edição traz três artigos originais no campo da medicina preventiva com termografia, entre eles o “Estudo da temperatura emitida da face de trabalhadores assintomáticos por termografia médica”, com levantamento de dados de referência de valores térmicos normais na avaliação dos ramos terminais da carótida na face. Mais um artigo da série de estudos do Dr Edmar Santos: “Infrared Thermography and Flow Mediated Dilation Measure by Ultrasound as Predictors of Cardiovascular Risk”, mostrando a associação entre o Escore de Risco Global/Framingham e a Termografia; e “Diagnóstico precoce de Câncer de Mama não tem Clínica: Estudo combinado por Termografia”, falando do uso de Termografia combinada a clínica e outros métodos diagnósticos como a ultrassonografia tríplice, na abordagem semiotécnica de mulheres jovens e com mamas densas.

Na série de publicações da American Academy of Thermology, o Prof Robert Glenn Schwartz, Presidente do Conselho da AAT, faz a análise sobre o equilíbrio térmico pré-exame e de um dos métodos mais comumente empregados na termografia: o cold stress test em várias situações clínicas.

E fechando esta edição um Relato de Caso do México do Prof David Alberto Rodriguez Medina e cols. descrevendo os fenômenos psicofisiológicos da termografia de face durante técnica de relaxamento em um paciente masculino de 61 anos com osteoartrite.[/vc_column_text][vc_btn title=”Acesse aqui a revista” color=”danger” size=”lg” align=”center” link=”url:http%3A%2F%2Fwww.abraterm.com.br%2Frevista%2F||target:%20_blank|”][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”12481″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”custom_link” css_animation=”appear” link=”http://www.abraterm.com.br/revista/”][/vc_column][/vc_row]

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